segunda-feira, 25 de abril de 2011

Amar sem culpa!

Sinto que meu amor por mim,  nunca antes foi tão forte como nos dias de hoje. O que me faz me amar, vai além do reflexo que voltarei a ver no espelho,(porque voltarei, mas isso é história para outro post), são as coisas que aprendi com outras que vivi, são as culpas que estou me livrando, e principalmente, me aceitar como sou, me refiro ao meu gênio.
Cansei de me esconder atrás do medo do que pensarão de mim. Eu não escolho gostar ou não gostar de algo ou alguém, e não vou lutar contra o que sinto, a não ser que isso venha me machucar. Não faço questão de ser aceita, não a qualquer custo, quem gostar de mim, não exigirá nada pra isso. Ou goste de graça, ou nem se esforce. Não sou doce.
Não vou me culpar por ser seletiva, por ser difícil de agradar, por ser raras as pessoas que me são caras. Não vou mais me culpar por não ser como os outros, rodeados de amigos e sorrisos forçados, por não tomar pessoas que não gosto num gole só... Não vou me culpar, por me respeitar, e apontar o dedo para desrespeitos das pessoas com quem sou forçada a conviver. Não vou me culpar por não ser, pensar ou viver como você. Não vou me culpar por ser feliz mesmo sozinha, por querer alguém que valha a pena, não gostar de almas pequenas, nem de quem finge ser o que não é. Não vou me culpar, por não acertar o tempo todo. Nem pelas coisas que mereço, pelo sorriso que não seguro, pela cara dura e coração mole. Por pensar incansavelmente, por amar incondicionalmente. Não vou me culpar por querer o melhor pra mim.
Me amar é não precisar esconder meu amor por mim, concordando com o que não concordo, indo contra  o que acredito, gosto, penso e sinto, me desagradar para agradar o outro. Seja esse outro quem for.  Ter amor próprio  também é viver sem culpa. Então, que venha essa nova mulher…

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domingo, 24 de abril de 2011

A "culpa" de ser mãe!

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Quando o bebê nasce, nós mães ganhamos muitas coisas: felicidades, um amor incondicional, carinhos, paparicos, flores, muitos presentes, além de um lindo filhotinho pra cuidar e amar…e junto com tudo isso: a CULPA.
Ela é nossa companheira desde os primeiros minutos após o nascimento do bebê: sentimos culpa por não ter chorado, ou por ter chorado muito, por estar meio sedada e não conseguir nem sorrir pro rebento que acabou de vir ao mundo, culpa pelo parto não ter sido como imaginávamos, pelo bebê ter nascido grande ou pequeno ou por não termos conseguido ser fortes no momento do parto.
Depois vem 
a culpa por não conseguir amamentar, ou por conseguir, pelo filho ganhar peso demais ou por não ganhar, pelo filho ser chorão e não dormir a noite, por se sentir irritada e cansada quando deveria estar feliz, por chorar quando deveria apenas sorrir.E quando acaba a licença-maternidade, A CULPA tende a aumentar: culpa por introduzir alimentos antes do nescessário, culpa por sair de casa e deixar seu filho com outra pessoa, ou ainda, culpa por optar por não trabalhar e não poder ajudar o marido com as despesas da casa.
E assim por diante, até o filho fazer 18 anos e chegar de madrugada em casa. Ou ainda brigar com a namorada. Ou pegar o carro escondido: a maioria das mães vai sentir
culpada por isso também.
Até as mães ditas muito bem resolvidas que honestamente não sentiram nenhuma dessas culpas, devem, no fundo, sentir uma pontinha de culpa justamente por não se sentirem culpadas pelas frustrações e dificuldade pelos quais seu filhos passam.
Acontece
que passar por algumas dificuldades e frustrações é passo obrigatório no desenvolvimento da personalidade do ser humano. E por mais que nós tentemos proteger nossos filhos, não podemos e nem devemos protegê-los de tudo. Eles tem que crescer, e para isso vão se frustrar e vão sofrer em alguns momentos.
Então, de onde vem essa nossa culpa? Ela é inerente a maternidade ou é fruto de imagem vendida pela nossa sociedade da MÃE MODERNA PERFEITA? Ela é uma mulher linda que tem seus filhos todos de parto normal sem dor, que amamenta facilmente e sem dor,que no dia seguinte ao parto já está magra e bem disposta, cujo filho é comportado desde os primeiros dias e se ela teve que acordar alguma vez de madrugada
, o fez sempre de bom humor e sem um fio de cabelo despenteado. É a mãe que trabalha fora e é uma profissional conceituada e atualizada, que tem um excelente salário, que consegue dar atenção merecida aos filhos e ao marido, semprede bom humor , que tem tempo pra ir a academia, cabelereiros e faz sempre um dieta saudável e equilibrada. E faz tudo isso sem reclamar, sem se cansar e se sente completamente feliz 100% do tempo.
Me desculpem: mas essa é a mãe ideal…que não existe. A mãe real é como todas nós: sempre se desdobrando em 10 e sempre com a sensação de que não vai dar conta de tudo. E sempre atormentadas pela nossa antiga companheira, a CULPA. A melhor analogia que encontro é com aquela velha história do cobertor curto, que, para cobrírmos uma parte, acabamos descobrindo a outra.
E no final, tudo dá certo, nossos filhos crescem e se
desenvolvem apesar dos nossos acertos e erros e se tornam pessoas diferentes de nós, amadas sim, muito, mas diferentes. Pessoas que pensarão diferente e discordarão de nós em vários pontos. Podem até nos culpar por isso e por aquilo, mas nunca vão ter a noção de quanto nós mesmas já nos culpamos.
Por fim, visto que toda essa culpa é desnecessária e até nociva
, talvez devessemos começar a deixá-la de lado, pelo menos um pouco, e nos concentrarmos em sermos felizes, com as nossas imperfeições., talvez devessemos começar a deixá-la de lado, pelo menos um pouco, e nos concentrarmos em sermos felizes, com as nossas imperfeições.



( Li, gostei e me identifiquei…se você também gostou, compartilhe!!! )
 
 
 
 

Meu blog, meu filho!

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Hoje navegando pelo google da vida encontrei esse texto e tenho certeza que todas as leitoras blogueiras vão se identificar...
 
 
Ter um blog é como ter um filho...
 
. Na hora de fazer é muito fácil, depois que está pronto é que dá mais trabalho.
. Exige dedicação constante.
. Escolher o nome dele é uma novela: você pensa, pensa, pensa, faz listas, e não fica satisfeita enquanto não encontra um que adora.
. Você sempre acha o seu mais bonito e inteligente que os dos outros.
. Você  tem orgulho da sua criação e, se alguém puxar o assunto, é capaz de falar horas sobre sobre ele.
. Por causa dele você passa a conhecer um monte de gente legal,que você nem sabia que existia antes. (Aliás, depois que você faz o seu, descobre que o mundo se divide entre os que têm e os que não têm). 
. Você pensa nele várias vezes por dia (e geralmente tem um leve sorriso nos lábios quando está fazendo isso). 
. Algumas vezes você acha que, se não fosse pela grana, ia ser uma delícia poder ficar só cuidando dele, ao invés de trabalhar.
. Por essas e outras, os chefes preferem que seus funcionários não tenham um.
. Você acredita que está sempre fazendo o melhor por ele.
. Você vive na ilusão de que, no futuro, ele ainda vai ser o seu sustento.
. Você adora quando as pessoas o elogiam.
. Você tende a relativizar os defeitos dele. (Se é que consegue ver algum).
. Leituras maçantes sobre o mundo deles passam a interessar você.
. Você acha que tem menos tempo para ele do que deveria, e às vezes se sente culpada por não se dedicar tanto quanto gostaria.
. Volta e meia você se assusta com o quanto ele está crescendo rápido.
. Quem o vê pouco acha que ele está crescendo mais rápido ainda.
. Quem o vê muito tem mais facilidade para entender o que ele diz.
. Você aprende muito com ele.
. Seu marido reclama quando você dá atenção demais a ele à noite.
. Você acha que ele fez a sua vida mudar para melhor. 
. Se alguém que você mal conhece comenta que também tem um, logo vocês estão conversando animadamente sobre eles.
. Volta e meia você pensa em ter outro.
 


    
 

sábado, 23 de abril de 2011

Páscoa!

                                                                      

http://2.bp.blogspot.com/_HabUnMfn4Cs/S7VrNtPMkuI/AAAAAAAAAL8/sj3Dh-m5EE4/s1600/PascoaMi.JPG     Todos nós buscamos adquirir bens para motivar nossa felicidade.

Até que em um determinado momento da vida, começamos por perceber que nós, é que fazemos as mudanças internas.

Cristo nosso mestre há muito já nós convidava para uma mudança continua em busca de Paz, Harmonia, União e Fraternidade.

Está ai a chave para vivermos melhor.

E nesta Páscoa, que bom seria se nos propuséssemos a todos os dias mudarmos gradativamente.Procurando sentir o valor verdadeiro da vida, que se apresenta a todos nós,é tudo muito simples.Desejo que todos nós iniciemos nossa busca por este ideal, deixando que a Páscoa seja mais que o símbolo de um dia e se transforme numa forma de vida para toda humanidade.

Tenham uma Feliz Páscoa!!


Mil beijos com sabor de chocolate!


Ana Lúcia e Pedro Henrique!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Cuiabá, 292 anos!!

A lua quando vem saindo por de trás das montanhas, é uma solidão...
Até parece uma coroa de prata, coração da mulata lá do meu sertão!
Vem cá morena, sai na janela, venha ver a lua como está tão bela...

Parabéns Cuiabá, pelos seus 292 anos!!

Ps. Níver do meu querido primo Adriano!

domingo, 3 de abril de 2011

De cavalinho!

E o Pedro ganhou um cavalinho da mesma idade dele, a diferença entre eles é de apenas 3 dias. Colocamos o nome de Ventania. Eu sempre gostei de cavalos, já participei de muitas cavalgadas de 3 á 5 dias em cima do lombo de um cavalo, e a última que eu fui, em julho de 2009, estava GRÁVIDA DE 4 MESES DO PEDRO, E NÃO SABIA! Acredito que a paixão por cavalos está no sangue, e com o Pedro Henrique não podia ser diferente!
Beijos!!