Quer saber?
Eu já cansei de responder a essa pergunta. Quem tem uma criança especial, sabe do que eu estou falando, não é Drika?!
Andei pensando, e para mim, acho que as pessoas não me pergunta isso por maldade (assim espero), mas por vezes não possa imaginar ou que possa causar um dano no processo mãe-bebê.
Pedro Henrique tem acompanhamento de neurologista, neuropediatra, fisioterapia e fono, e nem por isso ele ainda não anda, e também não fala.
Tudo tem seu devido tempo para acontecer...
E quando as pessoas vierem me perguntar se ele ainda não anda... Simplesmente, vou responder:
Enquanto ele não puder andar ou falar, EU vou ser as pernas e a vóz que ele ainda não tem!
#prontofaleimesmo
"Decidir ter um filho é algo de extrema importância. É decidir ter o coração, para sempre, andando fora do seu corpo"
Papo da Mamãe: Pedro Henrique
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theo
tosse
vida mudada
quinta-feira, 19 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Voltamos!!
O tempo, só ele pra entender.
Neste meio tempo em que não estive aqui, foi bom pra pensar e re(pensar) sobre o blog. Decidi continuar com as postagens, que será semanal, (prometo). Tantas coisas aconteceram, mas o motivo maior foi mesmo o tempo.
Marido estava de férias, fomos viajar, curtir e aproveitar.
Pedro está cada dia mais lindo. Aprendeu a piscar os olhinhos, é a coisa mais linda de se ver!
E por falar nele, hoje ele completa mais um mês de vida... Dois anos e oito meses, ( mas já?!)
Realmente o tempo voa...
Faltando exatos 4 meses pro seu aniversário, estou em dúvida se fazemos uma festinha ou não. O que vocês acham?!
Então é isso, é muito bom estar de volta!
Neste meio tempo em que não estive aqui, foi bom pra pensar e re(pensar) sobre o blog. Decidi continuar com as postagens, que será semanal, (prometo). Tantas coisas aconteceram, mas o motivo maior foi mesmo o tempo.
Marido estava de férias, fomos viajar, curtir e aproveitar.
Pedro está cada dia mais lindo. Aprendeu a piscar os olhinhos, é a coisa mais linda de se ver!
E por falar nele, hoje ele completa mais um mês de vida... Dois anos e oito meses, ( mas já?!)
Realmente o tempo voa...
Faltando exatos 4 meses pro seu aniversário, estou em dúvida se fazemos uma festinha ou não. O que vocês acham?!
Então é isso, é muito bom estar de volta!
terça-feira, 29 de maio de 2012
Dando um tempo. Mas nós vamos voltar!
Pois é, tanta coisa pra fazer, que acabamos não tendo tempo pra blogar aqui. Sinto tanta falta deste cantinho, mas o melhor que tenho pra fazer agora é dar um tempo aqui, onde fiz tantas amizades bacanas!
Tanta coisa acontecendo por aqui, que sei não terei tempo de vir postar. Mas não se preocupem, não é nada com o P.H, que por sinal está muito bem, graças á Deus!
Estarei acompanhando tudo, mas pelo celular... E por favor, não nos abandone, please?!
É isso.
Por enquanto, um até logo!
Beijos!
Tanta coisa acontecendo por aqui, que sei não terei tempo de vir postar. Mas não se preocupem, não é nada com o P.H, que por sinal está muito bem, graças á Deus!
Estarei acompanhando tudo, mas pelo celular... E por favor, não nos abandone, please?!
É isso.
Por enquanto, um até logo!
Beijos!
sábado, 12 de maio de 2012
Sobre ser MÃE!
Nós estamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em ‘começar uma família’.
‘Nós estamos fazendo uma pesquisa’, ela diz, meio de brincadeira. ‘Você acha que eu deveria ter um bebê?’
‘Vai mudar a sua vida,’ eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.
‘Eu sei,’ ela diz, ‘nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.. .’
Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.
Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar ‘E se tivesse sido o MEU filho?’ Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar.
Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.
Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de ‘Mãe!’ fará com que ela derrube um suflê na sua melhor roupa sem hesitar nem por um instante.
Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade.
Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê.
Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald’s se tornará um enorme dilema.
Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro. Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.
Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida – não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.
Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa.
Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.
Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta.
Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez.
Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.
‘Você jamais se arrependerá‘, digo finalmente.
Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados.
Este presente abençoado que é ser Mãe.
‘Nós estamos fazendo uma pesquisa’, ela diz, meio de brincadeira. ‘Você acha que eu deveria ter um bebê?’
‘Vai mudar a sua vida,’ eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.
‘Eu sei,’ ela diz, ‘nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.. .’
Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.
Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar ‘E se tivesse sido o MEU filho?’ Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar.
Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.
Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de ‘Mãe!’ fará com que ela derrube um suflê na sua melhor roupa sem hesitar nem por um instante.
Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade.
Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê.
Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald’s se tornará um enorme dilema.
Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro. Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.
Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida – não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.
Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa.
Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.
Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta.
Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez.
Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.
‘Você jamais se arrependerá‘, digo finalmente.
Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados.
Este presente abençoado que é ser Mãe.
Que vocês, mamães, tentantes e futuras mamães tenham um domingo abençoado.
Feliz Dia das Mães!!
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Baby Novo!
Não, eu não estou grávida, ainda. É que desde que o Pedro nasceu, sempre falei pro marido que queria ter outro filho (aloka), mas que desse intervalo de pelo menos dois anos ao segundinho!
Então, já passaram dois anos e 5 meses, e resolvemos que agora é a hora pra pensarmos no futuro irmão(ã) do Pedro Henrique.
O primeiro passo já foi dado, dia 8 próximo, já marquei uma consulta com G.O, aí sim, as tentativas começarão oficialmente!
Então é isso, aguardem cenas do próximo capítulo.
E com vocês, já pensam em ter o segundo filho?
Então, já passaram dois anos e 5 meses, e resolvemos que agora é a hora pra pensarmos no futuro irmão(ã) do Pedro Henrique.
O primeiro passo já foi dado, dia 8 próximo, já marquei uma consulta com G.O, aí sim, as tentativas começarão oficialmente!
Então é isso, aguardem cenas do próximo capítulo.
E com vocês, já pensam em ter o segundo filho?
sábado, 7 de abril de 2012
Feliz Páscoa!
(Imagem do Google)
Que este domingo seja muito tranquilo
e feliz, e se possível
ao lado das pessoas que você
quer bem.
A Páscoa é a ressurreição de Cristo,
é o seu renascimento.
Por isso, nada melhor do que aproveitar
este domingo para refletir.
Fazer o levantamento da vida para saber
se é necessário recomeçar.
Porque Páscoa é isso,
momento de renascer!
Seja para o novo modo de vida,
para o amor e para a amizade.
Enfim, se na sua vida existe
algo que não está bem, porque não parar,
recomeçar e renascer para a
felicidade?!
Feliz Pácoa a Todos!
terça-feira, 3 de abril de 2012
Terribles Twos... por aqui anda acontecendo!
( Imagens do Google )
Já li muito esse assunto pela blogosfera materna afora, mas nunca imaginei que um dia eu ia postar algo do tipo aqui.
Pois é, e esse dia chegou!
Já tem um tempo, que eu venho percebendo algumas coisas no P.H, que não é normal.
Como já relatei por aqui, Pedro é uma criança muito carinhosa, não briga com nenhum amiguinho, divide seus brinquedos com crianças da mesma idade, que é supernormal pela idade que ele tem, dois anos e quatro meses.
Mas de um tempo pra cá, Pedro se tornou uma criança birrenta, briga e chora por qualquer coisa.
Basta alguém não o pegar no colo, por exemplo, já é um motivo e tanto pra ele colocar a boca no trombone.
As vezes, eu perco a paciência, respiro fundo e penso: é só uma fase, e isso vai passar!
Quero meu filho comportado de sempre!
E com vocês, seus filhos ainda não teve os terribles twos? E se já teve, como vocês mamães, reagiram?
Segue uma publicação sobre os Terribles Twos do site Babycenter Brasil!
"Com o passar dos meses, seu filho foi demonstrando maior interesse em se socializar. Ele provavelmente está começando a pensar nas crianças com quem brinca como amigos e a perceber que pequenas gentilezas, como compartilhar ou dar um brinquedo, fazem parte da construção de uma amizade.
Amigos imaginários também são muito comuns nesta fase. Muitas crianças, especialmente as que não têm irmãos, criam seres imaginários entre os 2 anos e meio e os 3 anos. Essas criaturas servem para oferecer consolo e assumir a responsabilidade por coisas que seu filho se arrepende de ter feito. Grande parte das crianças se desliga deste tipo de brincadeira até ter cerca de 6 anos.
Todo mundo gosta de dizer que a meninada de 2 anos é difícil (em inglês existe até a expressão "terrible twos", os "terríveis 2 anos"), mas não deixe se influenciar por isso. As crianças adoram, por exemplo, ajudar com tarefas da casa, porque querem fazer parte do mundo ao redor e porque amam e admiram tudo o que você faz.
Deixe que seu filho ajude a pôr a mesa, leve pequenas peças de roupa para a máquina de lavar ou cate brinquedos do chão. Estimule a presença dele na rotina doméstica e, como recompensa, cubra-o de beijos e abraços!"
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