O ano já está quase terminando.
E temos tantas coisas pra relembrar...
2011 foi um ano maravilhoso...
Começamos a contruir nosso cantinho, teve dias tristes também... Pessoas queridas se tornaram estrelinhas no céu. Tivemos também muitas vidas novas se formando, trazendo felicidades aos papais.
Tivemos muitas amizades virtuais que se tornaram reais, amigos que queremos ter pra vida toda!
Amigos que sumiu, amigos que reapareceram depois de tanto tempo!
Mas o que importa mesmo, é que estamos aqui firme e forte, que sempre depois das tempestades, sempre vem a calmaria...
Muitos planos para o ano que se aproxima, mas por hora já desejo a todos um Feliz Natal, repleto de muito amor, paz, saúde, e muitas realizações a todos!
Estamos aqui, pro que der e vier...
Boas Festas!
Um beijo *-*
"Decidir ter um filho é algo de extrema importância. É decidir ter o coração, para sempre, andando fora do seu corpo"
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Sobre ser mãe especial!
Descobri a mal formação do meu primeiro filho ainda na gestação. Lembro que saí do consultório desesperada, chorando muito. O primeiro pensamento é de revolta, muitos questionamentos, o porquê daquilo estar acontecendo com você.
Ainda na UTI Neonatal, me lembro da pediatra me dizer com o jeito mais frio, que no máximo meu filho viveria uns seis meses e se passasse disso, iria viver em um estado vegetativo. Imagina essa situação pra mim, muito preocupada com a saúde do meu filho, pelo problema dele, ouvir isso de uma médica, (se é que podemos chamá-la assim).
Depois de uns dois dias, já com exames prontos, veio o diagnóstico: Hidrocefalia Congênita associada a Macrocrânia Fetal.
Mas o quê isso significava?!
Eu não fazia amenor idéia, ou melhor fazia!
"Na minha família, teve 2 casos de hidrocefalia, mas na época não havia cirurgia, e se tinha a operação era feita em outro estado, então meus familiares não tinham condições financeiras, e as crianças acabaram falecendo."
No hospital, ouvia apenas que ele não iria fazer muita coisa, já que apresentava deficiência motora. Disseram uma vez, que ele não será normal. Não vai sentar, não vai andar,não vai falar, não isso, não aquilo.
Os dias iniciais passaram para uma semana, um mês, um ano, e eu resolvi definitivamente filtrar o que ouvia e seguir meu coração: Eu queria meu bebê!!
No primeiro momento, muita revolta, muita dúvida, buscava um culpado e com muito medo de amá-lo, já poderia perdê-lo. Até que caiu a ficha. Pensei em sentar e chorar até resolver. Era isso que eu iria fazer,pensava. Mas como não acreditava nessa hipótese, e em minha vida não permitia lamentações, resolvi ir a luta. Procuro fazer de tudo que posso com um objetivo único: permitir que meu filho seja feliz! Assim, fui amando-o cada vez mais, apesar de qualquer limitação. E o que depender de mim e do meu marido, será feito.
Mas não é fácil ter um filho com necessidades especiais. Não desejaria isso pra ninguém. As dificuldades são imensas, a começar pelo consultório médico, onde perguntas curiosas são feitas, pessoas se afastam com medo de "tocar". Os tratamentos são caros, a alimentação, o transporte inacessível, o preconceito e por aí vai...
Mas eu agradeço diariamente a Deus, por esta criaturinha tão especial fazer parte das nossas vidas. É um amor inexplicável!
Existem apenas limitações, por vezes enormes, mas todas resolvíveis. Acredito sinceramente que o grande pulo do gato, é a aceitação. Aceitar do jeito que é. Amar do jeito que é. Se vai andar, falar, sentar, isso é apenas um detalhe. Não me preocupa, nem um pouco, porquê ao acordar, olho pra ele, e recebo um lindo sorriso e tudo fica perfeito!
Ainda na UTI Neonatal, me lembro da pediatra me dizer com o jeito mais frio, que no máximo meu filho viveria uns seis meses e se passasse disso, iria viver em um estado vegetativo. Imagina essa situação pra mim, muito preocupada com a saúde do meu filho, pelo problema dele, ouvir isso de uma médica, (se é que podemos chamá-la assim).
Depois de uns dois dias, já com exames prontos, veio o diagnóstico: Hidrocefalia Congênita associada a Macrocrânia Fetal.
Mas o quê isso significava?!
Eu não fazia amenor idéia, ou melhor fazia!
"Na minha família, teve 2 casos de hidrocefalia, mas na época não havia cirurgia, e se tinha a operação era feita em outro estado, então meus familiares não tinham condições financeiras, e as crianças acabaram falecendo."
No hospital, ouvia apenas que ele não iria fazer muita coisa, já que apresentava deficiência motora. Disseram uma vez, que ele não será normal. Não vai sentar, não vai andar,não vai falar, não isso, não aquilo.
Os dias iniciais passaram para uma semana, um mês, um ano, e eu resolvi definitivamente filtrar o que ouvia e seguir meu coração: Eu queria meu bebê!!
No primeiro momento, muita revolta, muita dúvida, buscava um culpado e com muito medo de amá-lo, já poderia perdê-lo. Até que caiu a ficha. Pensei em sentar e chorar até resolver. Era isso que eu iria fazer,pensava. Mas como não acreditava nessa hipótese, e em minha vida não permitia lamentações, resolvi ir a luta. Procuro fazer de tudo que posso com um objetivo único: permitir que meu filho seja feliz! Assim, fui amando-o cada vez mais, apesar de qualquer limitação. E o que depender de mim e do meu marido, será feito.
Eu sempre falo que meu filho é um guerreiro! Com ele, conheci o amor incondicional! Valorizo os pequenos progressos, percebo apenas com um olhar, o sentimento do próximo.
As vezes, eu me irrito, me canso, sinto tristeza, até raiva. Já me culpei por tudo isso, já sofri, mas hoje, aceito minha condição humana e percebo meus ganhos.
Mas não é fácil ter um filho com necessidades especiais. Não desejaria isso pra ninguém. As dificuldades são imensas, a começar pelo consultório médico, onde perguntas curiosas são feitas, pessoas se afastam com medo de "tocar". Os tratamentos são caros, a alimentação, o transporte inacessível, o preconceito e por aí vai...
Mas eu agradeço diariamente a Deus, por esta criaturinha tão especial fazer parte das nossas vidas. É um amor inexplicável!
Existem apenas limitações, por vezes enormes, mas todas resolvíveis. Acredito sinceramente que o grande pulo do gato, é a aceitação. Aceitar do jeito que é. Amar do jeito que é. Se vai andar, falar, sentar, isso é apenas um detalhe. Não me preocupa, nem um pouco, porquê ao acordar, olho pra ele, e recebo um lindo sorriso e tudo fica perfeito!
Hoje, meu filhote está quase completando dois aninhos de vida, e é sem sombra de dúvidas, a razão do nosso viver!
Um beijo!
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Feliz Dia das Crianças!!
Intrigada, ela se aproximou e lhe perguntou: filho, o que você está fazendo?
Mamãe, você me disse para eu orar sempre a Deus. Acontece que eu não sei como fazer. Então resolvi ir dizendo o alfabeto inteiro para Deus, pedindo que faça uma boa oração com essas letras.
O fato poderia ser tomado como uma dessas coisas de criança se não houvesse tanta fé na simplicidade do gesto. Simplicidade que esquecemos muitas vezes.
Quantas vezes dizemos que não sabemos orar ou como nos dirigir ao Criador. Chegamos a pedir a outros que orem por nós, pelas nossas necessidades, pelos nossos afetos, porque não sabemos como orar.
E é tão simples. Orar é dialogar com quem é o maior responsável pela nossa vida, por tudo que somos, desde que nos originamos da sua vontade: Deus.
Não há necessidade de palavras difíceis, rebuscadas ou decoradas. A oração deve ser espontânea, gerada pela necessidade do momento. Ou por um momento de intensa alegria, uma conquista concretizada, um objetivo alcançado.
Já nos ensinou o Mestre Galileu em seu tempo: não creiais que por muito falardes, sereis ouvidos. Não é pela multiplicidade das palavras que sereis atendidos.
E sabiamente ainda ensinou Jesus que se devia orar ao Pai em secreto. Portanto, existem muitas preces que nem chegam a ser proferidas. Explodem da alma para os céus sem que os lábios tomem parte, sem que as cordas vocais sejam acionadas.
Deus vê o que se passa no fundo dos corações. Lê o pensamento dos seus filhos.
A oração pode se tomar incessante em nossas vidas sem que haja necessidade de tomarmos qualquer postura especial. A prece pode ser de todos os instantes, sem nenhuma interrupção dos nossos trabalhos.
Pode consistir no ato de reconhecimento a Deus quando escapamos de um acidente que poderia ser fatal. Pode ser um momento de êxtase pela beleza do oceano que joga suas ondas contra as rochas, desejando arrebatá-las para o seu seio.
Ou, ainda, ante o espetáculo de cores do arco-íris após a tormenta que despetalou as rosas.
Sem fórmulas prontas, sem palavras encomendadas ou de difícil pronúncia.
Rogar, agradecer. Exatamente como a criança que ganha um brinquedo, pula no colo do pai, e diz sorrindo: obrigado, papai. Adorei.
Ou, quando, súplice, pede: papai compra um sorvete? Ah, por favor. Compra, papai.
Singeleza, simplicidade. É assim que devemos dialogar com Deus, nosso Pai.
Deus, em sua infinita misericórdia, criou um canal especial de comunicação para que a qualquer hora, em qualquer lugar, todo ser pensante pudesse falar com ele.
Este canal chama-se prece. Acessível ao pobre, ao abastado, ao letrado e ao desprovido de recursos intelectuais. À criança e ao adulto; a quem crê e até mesmo a quem não crê mas que um dia se dá conta que é muito confortador ter um Pai que escuta sempre, atende e socorre.
Não se esqueça de usar o seu canal especial de comunicação.
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Santa Clara
Ontem foi o dia de Santa Clara, e eu esqueci de postar! Bom como voces devem saber, o Pedro nasceu com hidrocefalia congenita e desde o seu diagnostico ainda no meu ventre, fizemos a promessa p/ a Sta Clara que ele usara branco ate sete anos . E desde entao, so temos que agradecer a Deus por tantas bençaos que estamos recebendo!
Em um outro post, venho contar a historia e milagres desta Santa tao milagrosa!
Beijos!!
Em um outro post, venho contar a historia e milagres desta Santa tao milagrosa!
Beijos!!
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