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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Sobre ser mãe especial!

Descobri a mal formação do meu primeiro filho ainda na gestação. Lembro que saí do consultório desesperada, chorando muito. O primeiro pensamento é de revolta, muitos questionamentos, o porquê daquilo estar acontecendo com você.
Ainda na UTI Neonatal, me lembro da pediatra me dizer com o jeito mais frio, que no máximo meu filho viveria uns seis meses e se passasse disso, iria viver em um estado vegetativo. Imagina essa situação pra mim, muito preocupada com a saúde do meu filho, pelo problema dele, ouvir isso de uma médica, (se é que podemos chamá-la assim).

Depois de uns dois dias, já com exames prontos, veio o diagnóstico: Hidrocefalia Congênita associada a Macrocrânia Fetal.
Mas o quê isso significava?!
Eu não fazia amenor idéia, ou melhor fazia!

"Na minha família, teve 2 casos de hidrocefalia, mas na época não havia cirurgia, e se tinha  a operação era feita em outro estado, então meus familiares não tinham condições financeiras, e as crianças acabaram falecendo."

No hospital, ouvia apenas que ele não iria fazer muita coisa, já que apresentava deficiência motora. Disseram uma vez, que ele não será normal. Não vai sentar, não vai andar,não vai falar, não isso, não aquilo.
Os dias iniciais passaram para uma semana, um mês, um ano, e eu resolvi definitivamente filtrar o que ouvia e seguir meu coração: Eu queria meu bebê!!


No primeiro momento, muita revolta, muita dúvida, buscava um culpado e com muito medo de amá-lo, já poderia perdê-lo. Até que caiu a ficha. Pensei em sentar e chorar até resolver. Era isso que eu iria fazer,pensava. Mas como não acreditava nessa hipótese, e em minha vida não permitia lamentações, resolvi ir a luta. Procuro fazer de tudo que posso com um objetivo único: permitir que meu filho seja feliz! Assim, fui amando-o cada vez mais, apesar de qualquer limitação. E o que depender de mim e do meu marido, será feito.




Eu sempre falo que meu filho é um guerreiro! Com ele, conheci o amor incondicional! Valorizo os pequenos progressos, percebo apenas com um olhar, o sentimento do próximo.
As vezes, eu me irrito, me canso, sinto tristeza, até raiva. Já me culpei por tudo isso, já sofri, mas hoje, aceito minha condição humana e percebo meus ganhos.




Mas não é fácil ter um filho com necessidades especiais. Não desejaria isso pra ninguém. As dificuldades são imensas, a começar pelo consultório médico, onde perguntas curiosas são feitas, pessoas se afastam com medo de "tocar". Os tratamentos são caros, a alimentação, o transporte inacessível, o preconceito e por aí vai...
Mas eu agradeço diariamente a Deus, por esta criaturinha tão especial fazer parte das nossas vidas. É um amor inexplicável!




Existem apenas limitações, por vezes enormes, mas todas resolvíveis. Acredito sinceramente que o grande pulo do gato, é a aceitação. Aceitar do jeito que é. Amar do jeito que é. Se vai andar, falar, sentar, isso é apenas um detalhe. Não me preocupa, nem um pouco, porquê ao acordar, olho pra ele, e recebo um lindo sorriso e tudo fica perfeito!



Hoje, meu filhote está quase completando dois aninhos de vida, e é sem sombra de dúvidas, a razão do nosso viver!



Um beijo!



sábado, 24 de setembro de 2011

Minha paciência...foi pro ralo!

Costumamos pensar assim: "Eu no lugar dela faria desta maneira. Julgamos correta a atitude da pessoa qdo ela age de forma q agiriamos. Achamos inadequada sua conduta sempre q ela foi diversa daquela q teriamos. Ou melhor,daquela que pensamos q teriamos,uma vez q mtas vezes fazemos juizos a respeito d situaçoes q jamais vivemos"

CANSEI DE PESSOAS JULGANDO E SE METENDO ONDE NÃO SÃO CHAMADAS!

Independente dos meus motivos e boas intençoes por tras dos comentarios, respeito é bom e eu gosto. E ainda quem fala o que quer, ouve o que nao quer!

#prontofalei

terça-feira, 5 de julho de 2011

Vamos fazer cara de alface?


Há alguns dias atrás, li uma postagem no blog da Dina   falando de algumas situações, devemos fazer cara de alface, fingir que não é com a gente...Concordo plenamente com ela!
Agora eu pergunto...
Vocês já fizeram cara de alface??
Eu já...e não foi só uma vez não...foi váááárias!!!!

Sabe aquelas pessoas (que nem vale citar nomes, pois o post vai ficar enoorrme), que só sabe intrometer, dando palpites sobre a criação dos seus filhos, que ás vezes quer ser a dona da verdade...fulano dá este remédio pra ele (isso porque nem médico é), a criança está com tosse, não vai levar no médico??, isso aqui e acolá...as vezes dá vontade de mandar essas pessoas lá pras bandas da #*#*#*#.............

Eu sei que eles só querem ajudar, mas o filho não é meu?? Não foi eu carreguei ele no meu ventre durante os nove meses??
Então deixa eu criar ele do meu jeito, com as responsabilidades que devo ter por ele, não é mesmo??

Mas ás vezes, essas pessoas não tem simancol não, e cabe a nós MÃES chamamos elas de lado e falar pra não se intrometerem tanto.
Então é aquela velha história...entra por um lado e sai pro outro!!


Ps. Eu precisava postar isso aqui!